Colour my life with the chaos of trouble...



O que quer saber?  
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callitstorm:

Antigamente a gente queria que as coisas carregassem só de ficar no sol, hoje isso é possível. Será que no futuro vai ser possível saber a diferença entre se apaixonar pela ideia de estar apaixonado e realmente estar apaixonado?  Antes de chegar essa onda de destruição, e as bombas atômicas orais, todos éramos irmãos, e nos amávamos. Hoje somos estranhos, encaramos uns aos outros como se fossemos concorrentes - para que eu viva, é preciso que você se prive do direito. Será que ainda vamos conseguir gostar de alguém de verdade? Quando menores, não precisamos saber o que é certo e o que é errado. Com a idade, é uma obrigação sabermos. E hoje eu vejo com clareza o que é bom e o que é mau. Por que será, então, que eu insisto em querer o errado? Será que no futuro eu vou conseguir resistir? Nos meus sonhos, o amor é mais. O amor, a paz e a igualdade são reis de igual poder trabalhando juntos. E podemos escolher o desapego, podemos escolher esquecer. E será que um dia vamos conseguir isso? Ou conseguir escolher de quem queremos cuidar e de quem queremos gostar?  Poderemos escolher com quem queremos passar o resto da vida a partir de hoje? Poderemos gostar de quem nos ama? Poderemos escolher esquecer? Poderemos realizar o sonho de quem nos quer do lado? E os nossos sonhos, como ficam? Poderei, um dia, quem sabe, numa outra realidade, deitar a sua cabeça no meu colo e simplesmente tentar te consertar?

callitstorm:

Antigamente a gente queria que as coisas carregassem só de ficar no sol, hoje isso é possível. Será que no futuro vai ser possível saber a diferença entre se apaixonar pela ideia de estar apaixonado e realmente estar apaixonado?
 Antes de chegar essa onda de destruição, e as bombas atômicas orais, todos éramos irmãos, e nos amávamos. Hoje somos estranhos, encaramos uns aos outros como se fossemos concorrentes - para que eu viva, é preciso que você se prive do direito. Será que ainda vamos conseguir gostar de alguém de verdade?
 Quando menores, não precisamos saber o que é certo e o que é errado. Com a idade, é uma obrigação sabermos. E hoje eu vejo com clareza o que é bom e o que é mau. Por que será, então, que eu insisto em querer o errado? Será que no futuro eu vou conseguir resistir?
 Nos meus sonhos, o amor é mais. O amor, a paz e a igualdade são reis de igual poder trabalhando juntos. E podemos escolher o desapego, podemos escolher esquecer. E será que um dia vamos conseguir isso? Ou conseguir escolher de quem queremos cuidar e de quem queremos gostar?
 Poderemos escolher com quem queremos passar o resto da vida a partir de hoje? Poderemos gostar de quem nos ama? Poderemos escolher esquecer? Poderemos realizar o sonho de quem nos quer do lado? E os nossos sonhos, como ficam? Poderei, um dia, quem sabe, numa outra realidade, deitar a sua cabeça no meu colo e simplesmente tentar te consertar?

(Source: anaflorarocha)

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callitstorm:

 ”Como vai?”  Vou indo. Ando calma e turbulenta, sentindo todo o frio e o calor. Ando querendo, caindo, perdendo… Ganhando muito menos que quero, dando bem menos que recebendo. E consumindo. Consumindo a minha sede, minha fome, minha abstinência, meu sono, meu frio, meus sonhos, meus desejos… E nessa, vou indo. Sou consumida. Fogo, gelo, descaso, impaciência, brincadeiras sem graça, leituras inúteis, pessoas fúteis… Não estou imune. Cansada. E apaixonada. E por paixão, quero que entenda sofrimento, vergonha, medo, desejo, curiosidade… tristeza. Vou indo em silêncio.  Vou indo embora, para sempre sem volta. Vou deixando tudo que me faz fraca e oprimida. Vou indo, vou me libertar e, de uma vez por todas, assumir quem sou, o que gosto, quem amo. E adorar só a Deus. E eu espero que passe de palavras.

callitstorm:

 ”Como vai?”
 Vou indo. Ando calma e turbulenta, sentindo todo o frio e o calor. Ando querendo, caindo, perdendo… Ganhando muito menos que quero, dando bem menos que recebendo.
 E consumindo. Consumindo a minha sede, minha fome, minha abstinência, meu sono, meu frio, meus sonhos, meus desejos… E nessa, vou indo.
 Sou consumida. Fogo, gelo, descaso, impaciência, brincadeiras sem graça, leituras inúteis, pessoas fúteis… Não estou imune. Cansada.
 E apaixonada. E por paixão, quero que entenda sofrimento, vergonha, medo, desejo, curiosidade… tristeza. Vou indo em silêncio.
 Vou indo embora, para sempre sem volta. Vou deixando tudo que me faz fraca e oprimida. Vou indo, vou me libertar e, de uma vez por todas, assumir quem sou, o que gosto, quem amo. E adorar só a Deus.

 E eu espero que passe de palavras.

(Source: anaflorarocha)

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O tumblr é meu e eu estou postando a foto do meu ídolo.

(Source: one-d-ream, via heldthoughts)

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Banho de mar. Correr na praia. Comer empadas. Ouvir música. Ver seriados. Ler livros. Fotografar. Fazer compras. Doar alimentos. Ir à missa. Comer pizza. Beber Sprite. Tocar violão. Tocar flauta. Marchar pela escola. Ir a uma festa. Fazer um bolo. Lavar calcinha. Enxugar prato. Limpar casa. Arrumar cama. Viajar. Ter calor. Tirar a roupa. Ter frio. Se vestir. Falar sobre política. Fazer sexo. Chupar um pirulito. Comer asinha de frango. Comer ovo de codorna. Preparar brócolis. Limpar banheiro. Aprender espanhol. Falar francês. Entender inglês. Sofrer o fim de um namoro. Arrumar um namorado. Beijar na boca. Fazer cocô. Ter prisão de ventre. Assumir que não é homossexual. Assumir que é homossexual. Estudar. Dar em cima de qualquer um. Ser falso. Jogar videogame. Assistir vídeo pornô. Correr pelado até o sul do país.  Se jogar de uma ponte. Beber até cair. Se exibir no Chatroulette. Chorar a morte da bezerra. Correr uma maratona. Comprar camisinha de uva. Ser otário. Exercer o seu ofício. Fumar até dizer basta. Ficar dando vexame de bêbado. Usar drogas. Se passar. Ser cara de pau. Falar na cara. Deixar de covardia. Fazer um bolo. Pular de paraquedas sem um paraquedas. Morrer. Tudo isso é melhor do que falar da vida dos outros, então arrume o que fazer. Se não quiser fazer nada disso, nem outra coisa… Que tal cuidar da sua vida?

callitstorm:

Banho de mar. Correr na praia. Comer empadas. Ouvir música. Ver seriados. Ler livros. Fotografar. Fazer compras. Doar alimentos. Ir à missa. Comer pizza. Beber Sprite. Tocar violão. Tocar flauta. Marchar pela escola. Ir a uma festa. Fazer um bolo. Lavar calcinha. Enxugar prato. Limpar casa. Arrumar cama. Viajar. Ter calor. Tirar a roupa. Ter frio. Se vestir. Falar sobre política. Fazer sexo. Chupar um pirulito. Comer asinha de frango. Comer ovo de codorna. Preparar brócolis. Limpar banheiro. Aprender espanhol. Falar francês. Entender inglês. Sofrer o fim de um namoro. Arrumar um namorado. Beijar na boca. Fazer cocô. Ter prisão de ventre. Assumir que não é homossexual. Assumir que é homossexual. Estudar. Dar em cima de qualquer um. Ser falso. Jogar videogame. Assistir vídeo pornô. Correr pelado até o sul do país.
Se jogar de uma ponte. Beber até cair. Se exibir no Chatroulette. Chorar a morte da bezerra. Correr uma maratona. Comprar camisinha de uva. Ser otário. Exercer o seu ofício. Fumar até dizer basta. Ficar dando vexame de bêbado. Usar drogas. Se passar. Ser cara de pau. Falar na cara. Deixar de covardia. Fazer um bolo. Pular de paraquedas sem um paraquedas. Morrer.
 Tudo isso é melhor do que falar da vida dos outros, então arrume o que fazer. Se não quiser fazer nada disso, nem outra coisa… Que tal cuidar da sua vida?

(Source: anaflorarocha, via mioparticolare-deactivated20111)

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